sexta-feira, 2 de maio de 2008

Elvis não morreu

Não morre realmente quem continua vivo na memória das pessoas. E no que diz respeito a ser lembrado por milhões, Elvis com certeza é um desses fenômenos que continuam vivos na lembrança dos seus eternos fãs.

Com uma morte extremamente prematura, nos deixou em 16 de agosto de 1977, com apenas  quarenta e dois anos de idade e uma carreira cheia de sucessos. Foi sem dúvida um dos maiores ídolos do rock'n roll e marcou gerações com a sua música. Era considerado o rei branco da música negra pois confundia rock com blues e baladas românticas, além de  interpretar belíssimas músicas religiosas ao som do piano.

Ainda hoje, sua casa em Memphis no Tenesse, recebe a visita de milhões de fãs que vêm de todas as partes do mundo conferir suas homenagens ao cantor. A casa é uma mansão e  foi batizada  pelo seu primeiro dono com o nome de Graceland (terra da graça) em 1939 ao ser construída. Elvis só a comprou em 1957 para seus pais quando tinha apenas 22 anos de idade. A casa  têm dezenas de cômodos, mas os turistas não têm acesso a todos os compartimentos. Só jardim, andar térreo, porão e quintal. O quarto onde o rei do rock dormia é um desses compartimentos proibidos à visitação pública.

A casa, ironicamente, hoje também lhe serve de túmulo, pois de tanto tentarem violar seu jazigo no cemitério, a família resolveu transferir seus restos para o jardim da casa em que viveu. Hoje, estão sepultados nesse jardim, também os restos de sua mãe, do seu pai, de seu irmão gêmeo e de sua avó.

Ao contrário do que muita gente imagina, Elvis nunca foi um viciado em drogas, era sim, hipocondríaco e tomava uma infinidade de remédios controlados, para uma série de problemas de saúde dos quais se sentia acometido. Tais medicamentos eram ministrados por um médico inescrupuloso, que logo após sua morte foi processado pela família.

Gravou centenas de músicas, fez vários filmes e vendeu mihões de discos enquanto estava vivo. Hoje, a fundação que toma conta do patrimônio, triplicou a fortuna deixada pelo cantor e vende muito mais discos  do que quando Elvis era vivo.

Elvis fez todo esse sucesso sem nunca ter saído dos Estados Unidos, pois o seu empresário, o coronel Tom Parker, vivia clandestinamente no país e se aceitasse contratos de shows do cantor para apresentação em outros países, nunca mais conseguiria retornar à terra do tio Sam.

Elvis Presley mantém até hoje a mesma fama de artistas como os Beatles, Roling Stones e Jimmi Hendrix e só não foi mais longe porque morreu precocemente, embora seus discos ainda hoje sejam campeões de vendas em todo o mundo.

Roberto Bezerra

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